dezembro 21, 2009
dezembro 15, 2009
Moçes têmosos que na desistirem! IRIS
dezembro 13, 2009
dezembro 04, 2009
De volta a este meu banco de jardim
setembro 30, 2007
III - BADALO EM PROGRESSÃO
É verdade, estou a olvidar o "Badalo em Progressão". Peço a Deus que me livre dos males da "arterioesclerose": "Ab omni malo libera nos, Domine". Peço aos psicanalistas e similares que não me atormentem com a existência de "recalcamentos". Estou certo que já acabei com todos eles. E não foi sem tempo. Ao tomar o título aristocrático, o mais profundo do meu EU, obrigou-me a mostrar (vejam lá que grande exigência) o meu título de plebeu de "Comendador da Ordem da Frontalidade". É fardo pesado e imperioso. Foi-me concedido com a condição de nunca o despir num unico momento do resto da minha complicada vivencialidade. Terei de o usar, mesmo quando já tiver passado do cais do Aquém para o cais do Além? Espero que, por Deus conhecer tão bem o meu íntimo, não me tome por vaidoso.
Sabes quais são as insígnias da "Ordem da Frontalidade"? São um colar "escalate" (símbolo de vida a caminhar pela áspera montanha do "dever de dizer sempre a VERDADE, de praticar o bem, custe o que custar)", colar de que está pendente uma cruz de ferro, marca que impõe sacrifício para defesa do homem sem distinções de raças, de credos, de posições, sem sujeição a marginalizações, sem curvaturas a mandos suezes dos que o ente humano pretendem plastificar. Leitor amigo é "comenda" de aparente aspereza, mas a única "comenda" que dignifica seus filiados, que lhes assegura a "única alegria sobre a terra" abrindo-lhes as portas da "imortal felecidade".
A "Ordem da Frontalidade" aceita todos os desafios em que esteja a defesa do homem como finalidade determinante e irreversível, nem que, para isso, tenha de derramar todo o sangue anímico da sua ernergia humana, que o preço exigido tenha de ser a epopeia gloriosa de deixar, pela vida fora, por todas as partes do mundo, "a vida em pedaços repartida". Eis o meu lema, eis a minha divisa.
"Sejamos HOMENS"!...
"Contra hipocrisias, SINCERIDADE,
Contra fanatismos, crença no HOMEM
Contra fanatismos, crença no HOMEM "
Do livro "DEUS E O DIABO".
Sei muito bem, com tristeza o digo, que os doutores do "Reino da Mediicridade" (em catadupa) nunca souberam o que era "consciência", porque a deles "era verde, e comeu-a um burro". Mas pobre burro, morreu intoxicado.
Para ti, leitor ciente, vou gritar os versos do nosso guia, Antero de Quental:
" A ideia, o Sumo-Bem, o Verbo, a Esssência,
Só se revela aos homens e às nações
NO CÉU INCORRUPTÍVEL DA CONCIÊNCIA"
Confrades, chegou a hora de assumirmos os nossos compromissos. Não podemos pactuar com este mundo de imbecis, de corruptos, de envenenadores das águas puras com que nos saciamos todos os "Comendadores da Ordem da Frontalidade".
Chicoteemos, com o látego da Razão, todos os escravizados ao serviço das loucuras dos potentados do Culto ultra-infernal da "Imperatriz" ou "rameira" da mais aviltante "Mediocridade". Sejamos livres! Abram bem os olhos da alma para podermos ficar plenamente convictos de que o " REI VAI NU ".
Se formor fiéis á mais alta das Comendas (da Ordem da Frontalidade), alcançaremos o galardão inapreciável de "nos conhecermos a nós mesmos", de podermos vociferar com Antero:
"Dorme o teu sono coração liberto,
Dorme na mão de Deus eternamente"
Badaladas Cínicas
Reis Brasil
Visconde de "Além da Ponte"
Comendador da Ordem da Frontalidade
julho 23, 2007
II - BADALO EM ACÇÃO
Badaladas Cínicas
Reis Brasil
Visconde de "Alem-da-Ponte"
Comendador da Ordem da Frontalidade
junho 13, 2007
I - BADALO NA MÃO
Vi que condecorações e prémios exigiam uma preparação assaz longa em universidades de culto fidelíssimo ao intenso e extenso “Reino da Mediocridade”. Os grandes-mestres destas instituições “modelares” são muito avares na distribuição de títulos, condecorações e prémios. Ai o que vou dizer!... Consta-me que os grandes potentados destas instituições são, em boa parte, dominados por imperativos, mais que categóricos, dum certo numero de sociedades secretas. Cala-te boca! É melhor ficar por aqui. Sei qual foi o martírio do meu ilustre “confrade” quando publicou o livrinho com o titulo “ Os Burros”. Dizem as más-línguas que se referia à Assembleia da Republica do seu tempo.
Catei, muito a meu gosto, alguns meandros da concessão de títulos e de condecorações. Fiquei assustado com a grande reserva deles para com a “sacrossanta família” dos “afilhados” e dos “afilhados de outros afilhados”. Senti o grande favoritismo concedido a “todos os clubes do elogio mutuo”. Há muito mais a vomitar, mas…”cala-te boca!”. Isso da “liberdade de expressão” é balela, só boa para deitar “poeira” nos olhos dos “parvinhos”. De resto sinto-me orgulhoso por viver fora destas escolas e destes clubes, em que predomina a ditadura contra o HOMEM-HOMEM. Apontarei ainda que há certas virtudes fundamentais: hipocrisia e bajulação. A mascote deste clima é o “CAMALEÃO”.
De resto, leitor atento, temos de medir o sentido de tais títulos, prémios ou condecorações, avaliando sempre a “fonte turva” donde tudo isto procede. Quem não conhece a “crónica” dos grandes “donatários” daquilo que não lhes pertence? Vale a pena aprofundar este clima, examinando bem a atitude dos “cozinheiros” destes pratinhos tão cobiçados, em virtude dos fortes temperos duma “babosa adulação”. Por outro lado, os tais “donatários” exigem sempre que o seu calçado ande sempre muito bem “engraixado”.
Sá de Miranda conhecia-os bem, pois já populariam século de quinhentos. Eis aquilo que eles nunca poderiam ser:
“Homem dum só parecer
Dum só rosto e duma fé
D’antes QUEBRAR QUE TORCER
Outra coisa pode ser,
HOMEM DA CORTE NÂO É”!...
BADALADAS CINICAS
Visconde de “Além-da-Ponte”
Comendador da Ordem da Frontalidade
julho 03, 2006
A União dos Vagabundos

Na noite de 3 de Julho de 1971, Jim Morrison junta-se a Janis Joplin e a Jimi Hendrix no reino dos Vagabundos.
Quando pela primeira vez em 1984 visitei Pere-Lachaise, junto á campa de Jim entendi o porquê do mito "Jim está vivo?".
Consta que ele próprio encenou a sua morte. Pam, que poderia responder a grande parte das duvidas sobre morte Jim morreu pouco tempo depois.
Na minha modesta opinião, penso qe Jim ao mudar-se para Paris, sabia que o ciclo da sua vida terrena estaria prestes a terminar, se assim foi, porque não mudar-se para a cidade onde tudo acontecia e que foi "abrigo" de alguns dos seus Vagabundos preferidos, tais como Apolinaire, Rimbaud, Breton, Blake e outros mais.
Seja como fôr, Jim continua vivo na minha mente.
Não fosse alguns imprevistos, neste preciso momento, estaria em Pere Lachaise com um grupo de pessoas vindas de todo o Mundo, bebendo uma "bjeca" á saude de Jim.
Mas, como já constou que ele anda Vagabundeando algures pelo Norte de África, é para lá que vai ser a minha próxima Fuga, portanto amigos meus, estou de partida novamente.
Penso que desta vez vai ser menos prolongada... a ver vamos!!!
We want the World
And we want it
Nowwwwwwwwwww
Vagabundo
janeiro 03, 2006
dezembro 03, 2005
Ao Brazão, um Rasta
Havia sido cumprida a profecia de Marcus Garvey. A filosofia Rastafari começa a ser propagada pelo mundo e principalmente junto dos negros Jamaicanos e da sua comunidade em Fuga pelo Mundo. BOB MARLEY foi um desses negros. Marley vivia na favela Trench Town (Cidade do Esgoto), assim chamada por ter sido construída sobre as valas de drenagem dos esgotos de Kingston, um cenário de pobreza e injustiça social.
O cenário ideal para Marley, Bunny e Peter Tosh porem em pratica uma filosofia de música que é influencia por uma filosofia de vida "O Rastafari é um Revolucionário, não se intimida, não aceita ser comprado. Luta sozinho com a sua música" Bob Marley.
O movimento dos Rastafari estava no auge, quando Sua Magestade Imperial o Imperador Hailé Selassié da Etiópia, visita a Jamaica num claro incentivo á redenção e á libertação.
A 5 de Dezembro de 1976 Marley anuncia um concerto gratuito em Kingstone, como forma de criar uma necessidade de paz nas ruas onde a desordem era total, restos da violência social deixada em testamento pelo Imperialismo Espanhol e Inglês."Quando me lembro do estalar do chicote, o meu sangue fica gelado, lembra-me um navio de escravos, quando brutalizavam a minha alma" Bob Marley.
Nesse mesmo dia o Governo Jamaicano é acometido por uma micose verbal, e marca eleições para o dia 20. Na tarde do concerto Bob Marley sofre uma tentativa de assassinato. ( humm… Scotland Yard? CIA? Há quem diga que sim!)
Apesar de uma breve aparição Marley sobe ao palco numa clara provocação aos seus agressores "O governo transfere para o povo toda sua fúria e sofrimento"Bob Marley.
Em 1980 Marley é o convidado de honra nas cerimónias de Independência do então libertado Zimbabué.
Em Maio de 1981 vitima de cancro, Marley parte para ZION. "Já estive aqui antes e voltarei, ainda não terminei esta viagem" Bob Marley
"A cura de uma Nação. Erva como fruta. Mantenha-se saudável e com a mente alerta"Bob Marley.
Fugas do Vagabundo
novembro 27, 2005
"John Barleycorn"

Capitulo I (1)
Apresento John Barleycorn
“John Barleycorn, de quem eu era o intérprete, ia revelar os seus mais íntimos segredos num acesso de transbordante franqueza".
“Existem, geralmente falando, dois tipos de bêbados um é que nós todos conhecemos, estúpido, sem imaginação, cujo cérebro está ceio de caprichosas manias e se estatela frequentemente na valeta […] O outro tipo de bêbedo tem imaginação e visões […] Não é o seu corpo que está embriagado mas o cérebro […] É a hora em que chega John Barleycorn e em que ele vai empregar toda a sua sagacidade para exercer o seu poder.”
“Tudo isto não convém de modo algum a homem, criado para viver, amar e ser amado. Contudo o suicídio, rápido ou lento […] tal é o preço que cobra John Barleycorn, nenhum dos seus amigos escapa ao cumprimento deste regulamento equitativo”
Jack London foi um Vagabundo em Fuga pelo Mundo, “mas nunca, absolutamente nunca, nunca teve um momento de tranquilidade” (1)
Perguntar-se-ão, afinal quem é John Barleycorn?
(1) "Memórias de um Bebedor” uma edição da Editorial Inquérito, julgo ser anterior a 1943, está estratégicamente posicionado numa estante da BV. É, e sempre será um livro de eleição.
As Fugas do Vagabundo
novembro 20, 2005
As Flores do Mal
Charles Baudelaire e os seus procedimentos muito pouco convencionais - para a época - fizeram emergir das profundezas os "Poetas Malditos", foram seus seguidores, Rimbaud, Verlaine, Mallarmé, Lautréamon e não sei quantos mais!São celebres as "reuniões" de vários Vagabundos em 1845 no Hotel Pimadon em Paris, no "Clube Dés Hashishins", as experiências de Baudelaire nestas "reuniões" serão mais tarde relatas em "Os Paraisos Artificiais", emoções momentâneas, Fugas à mediocridade da existência, momentos de raros e lúcidos "sabores", mesmo que o despertar seja devastador.
Tendo dilacerado a sua pequena fortuna, Baudelaire que era um adepto da vida bóemia e libertina de Paris é submetido a julgamento familiar, onde lhe foi nomeado um tutor para controlar as suas Fugas Parisienses.
Por esta altura já Baudelaire tinha dado inicio à sua obra mais controversa as "Flores do Mal". Logo após a sua publicação em 1857, e depois de ser selvaticamente atacado pelo " Le Fígaro", todos os exemplares são confiscados, sendo que alguns a pedido de Baudelaire, foram escondidos pelo seu editor. Intitulado como obsceno e um ultraje à moral publica a sua publicação só é autorizada com a expurgação de seis poemas, o que veio a acontecer. Apenas em 1911, vieram a ser editados todos os 52 poemas do original.
Charles Baudelaire, morre em 1867 vitima de paralisia.
"É preciso estar sempre embriagado. Para não sentirem o fardo incrível do tempo, que verga e inclina para a terra, é preciso que se é sem descanso. Com quê? Com vinho, poesia, ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se."
novembro 13, 2005
O Universo Zappianno
Antes do lançamento de "Absolutely Free" em 1967 Zappa assiste á recusa da MGM em publicar as letras e o «livrinho de instruções". Aqui Zappa intensifica a sua luta contra a fachada american way of life. Zappa pôs nú as atrocidades no Vietnam; a violência racial, fome nas ruas, a violência religiosa, os compadrios mal cheirosos entre a politicos e religião, o sexo que para a american way of life era o mesmo que defecar pelo cérebro... e mais não digo!
«Durante um espectáculo no Garrick, Zappa descobre na assistência dois Fuzileiros e entrega-lhes uma boneca insufllável diz-lhes que é um bebé Vietnamita, pede que exemplifiquem o que lhe fariam caso estivessem no Vietname – furiosamente reduziram a boneca a bocados. A todo este tipo de actuações Zappa chama-lhes Atrocidades, da qual a mais famosa é a da girafa que surpreende a plateia com inesperadas e longas ejaculações».Com natas, é claro!
Após as censuras em “We’re Only In It For The Money”, Zappa responde de duas maneiras:
2- Funda a Bizarre Productions, e inicia o processo de trituração aos inquisidores. Inclui uma passagem da Const.Americana em todos os seus discos.
Na impossibilidade de fazer referência a todo o universo Zappiano, viajo até 1985 com “Frank Zappa Meets The Mother Of Prevention”, onde o caminho contra a devassidão da american way of life, faz com que o que juiz «inquisidor» Padre Fletcher, Tipper Gore, (mulher do senador Albert Goore), Susan Baker (mulher do sec.est. James Baker) e com a Mother Of Proteccion Nancy Regan vomitem um documento, em que entre muitos encontram-se: Elton Jonh, «um cantor que promove drogas, relações lésbicas, prostituição e suicídio», Jimi Hendrix «um deus que morreu com o seu próprio vómito», Janis Joplin «uma conhecida lésbica, que quando olhou para o espelho se suicidou porque não gostou do que viu», Jethro Tull, por insinuarem que «no principio o homem criou deus».
Foi criada uma comissão no senado, com o fim de levar ao extermínio frases e atitudes em musica e espectáculos. As mulheres do Big Brother não contavam que a testemunha principal para travar os seus intentos fosse FRANK ZAPPA: que antes que qualquer lei fosse aprovada, volta a incluir uma nova passagem da Const.Americana em " Frank Zappa Meets The Mother Of Prevention", provocadora no mínimo!
novembro 06, 2005
A Questão da Fazenda
Junho de 1882:«Veja-se como em cada legislatura se propõe e se discute uma das poucas questões graves de que o parlamento ainda se ocupa. Referimo-nos á coisa a que, no calão official em que tem degenerado a lingua patria, se chama - a questão da fazenda.»
«Reunidas as camaras e aberto perante ellas o Orçamento do Estado, começa-se invariavelmente por constatar, n'um tremolo elegiaco de symphonia funebre, que continua a existir o deficit. Cada um dos tres governos a quem a corôa alternadamente adjudica a mamadeira do systema encarrega-se de explicar aos tachigraphos essa occorrencia-aliás desagradavel, cumpre dizel-o - mas de que elle, governo em exercicio, não tem a culpa. A responsabilidade cabe ao governo transacto, bem conhecido pelos seus esbanjamentos e pela sua incuria.»
«Tal é o conceito formidavel em que cada um dos referidos tres governos tem os outros dois!»
«[...] o deficit tem dois sacos, um para deante outro para traz, ambos destinados a receber o vacuo. N'um dos sacos mette-se a divida fluctuante, no outro mette-se a divida consolidada. De quando em quando ha um relampago de jubilo, porque parece por um momento que o alforge do deficit está vasio, isto é, que está sem vacuo dentro: é a divida, que se achava em estado de fluctuação no saco da frente, que passou no estado de consolidação para o saco de traz.»
In "As Farpas". Crónica mensal da política, das letras e do costume.
Algumas edições da revista, estão disponiveis no Projecto Gutenberg em http:// www.gutenberg.net/.
n.V. - Em 1871, Eça de Queiroz e Ramallho Ortigão começam a Farpear toda a sociedade da época, nada nem ninguem escapou á corrosão das suas críticas. Saliento ainda nesta edição, as Farpas que espetam no Marquês de Pombal,«Addusem-se razões e testemunhos [...] é um individuo secundário na classe dos estadistas».
Fugas do Vagabundo
outubro 30, 2005
SONS PARA OS DEUSES

Quando Adrian Maben, propôs aos Pink Floyd a ideia de fazer um filme, eles apenas exigiram: nada de dobragens, não queriam publico e desejavam que a banda fosse parcialmente fimada em obscuridade. Surge então a ideia de fazer o filme nas ruinas de Pompeia, em Itália. As autoridades italianas, apenas exigiram a redução dos décibeis, talvez com receio de uma nova desaparição de Pompeia, uma vez que a mesma esteve suterrada durante 1700 anos, devido a uma erupção do Vesúvio em 79 dc.
Em Outubro de 1971, iniciam-se as gravações de "Pink Floyd At Pompeia", espectadores de outras eras observavam em silêncio, Plinio, O Velho encontrava-se entre eles.
Fazem-se ouvir as primeiras notas de "Echos Part I", a banda envolvida por toda a grandeza do anfiteatro, encaminha-nos para uma viagem pelos sons psicadélicos. Com o uso das técnicas do eco e com imagens da cidade em ruinas Echos transporta-nos para uma obra sem precedentes, para depois Roger Waters gritar num tom armonioso alternando com o diabólico " Careful With That Axe Eugene" fundindo as imagens da banda com imagens dos habitantes petrificados da cidade.
Em" One of This Days" Nick Mason prova a quem tem dúvidas, porque é um dos maiores bateristas da história, delicia-nos com uma viagem de seis minutos, dando a entrada a Gilmour que, sentado na arena com a guitarra entre as pernas, leva-nos para mais uma viagem sonora pelo psicadelismo puro em "A Saucerful of Secrets".
Waters dá voz a " Set the Controls for the Hearth of the Sun".(fazendo-me lembrar o motivo porque não aprecio a era pós Roger Waters) enquanto Richard Wrigth faz estremecer o frágil anfiteatro com sons electrocutantes.
Com Waters na guitarra, Gilmour na harmónica, "Whithe Dog?" interpreta um Blues, de tão majestoso que é, não o consigo descrever. A voz que emana da garganta de "White Dog" é perfurante e real.
O filme termina no sentido inverso de como começou com a banda desaparecendo lentamente por entre as ruinas da cidade e interpretando "Echoes Part II".
Toda a mescla de interpretações que aqui deixo, não seria possivel sem a contribuição da Daisy, que recuperou para as novas tecnologias a versão original que obtive em 1979, durante uma Fuga Vagabunda.
Vagabundo



