junho 27, 2005

Então a vida respondeu-me, tapando os seus delicados ouvidos:
Oh!, Zaratrusta! Não faças estalar o teu chicote com um barulho tão terrivel!
Bem o sabes: o ruido mata os pensamentos e, precisamente chegam-me ternos pensamentos.
Nós dois não somos, de facto, bons para nada, impróprios para o mal como para o bem.Para alem do bem e do mal, encontrámos a nossa ilha e a nossa verde pastagem - só nós dois! Mesmo que não fosse por nada mais, deviamos amarmo-nos um ao outro!
E, embora não nos amássemos do fundo do coração, seria motivo para nos querermos mal, se não nos amássemos do fundo do coração?
E bem sabes que tenho inclinação por ti, e demasiada: a razão disso é que sou ciumenta da tua sabedoria.Ah!, essa velha sabedoria, louca e delirante.
Seria preciso muito mais para que me amasses tanto como dizes; eu sei, pensas que me vais deixar muito cedo.
Tu pensas nisso Oh Zaratrusta, sei que queres deixar-me bem depressa!
Sim - (respondi hesitante) mas tu tambem sabes ( e disse-lhe uma coisa ao ouvido! ah)
Ao que ela respondeu: Tu sabes isso ó Zaratrusta? Ninguem o sabe!

Assim Falava Zaratrusta

4 comentários:

Sara disse...

Na minha opinião todav a verdadeira literatura é interessante. Nietzche é um dos meus autores preferidos. "O que se faz por amor faz-se para além do bem e do mal"...
Queria dizer-te que tens um blog mesmo muito interessante.

Anónimo disse...

best regards, nice info » » »

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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