agosto 03, 2005

Para Pamela Susan

Jim Morrison, dedicado á Pam:

Penso que eu era uma vez
Penso que nós eramos
Teu leite é meu vinho
Minha seda, teu brilho
Abismos (escritos inéditos)
Jim Morrison
Assirio & Alvim
3ª Edição

7 comentários:

mocho disse...

Vou estragar o provável clima com que escreveste isto, mas parece-me que o gajo estaria drogado na altura em que escreveu isto. A sério, tem alguma lógica? Só se em vez de "escritos inéditos" forem "escritos abstractos". Aí, já não digo nada (he, he, he).

Clitie disse...

Amor estranho era este, em que Jim achava que a traição só era traição se sentida com o coração...
Se me for permitido...direi ao Mocho que nem sempre as coisas fazem sentido para todos de igual maneira e ainda bem que assim é.

Bjks

Vagabundo disse...

Td bem Mocho, a tua opinião é aceitável, mas com diz a Clitie: " "nem sempre as coisas fazem sentido".
Jim era assim, não é por nada que esta na lista do Poetas Malditos.

Cláudia disse...

Cheias de intensidade e de todos os elementos mais fortes e poderosos que conhecemos...eram sempre assim as palavras de Jim Morrison.

Com mais ou menos sentido para nós consoante as fases de vida que vamos, nós mesmos, atravessando...

Os reencontros com o Jim têm sempre qualquer coisa de transcendente.

mocho disse...

Peço desculpa a todos os envolvidos que me chamaram a atenção com "muito nível" e de forma muito delicada. Fui leviana e peço desculpa até porque (e muito bem) a vida não tem que ter o sentido da nossa míopia. Uma bicadinha de amizade a todos os fans de Jim Morrison e amigos do vagabundo.

Van Doors disse...

Tá bem legal teu blog! Posts novos! Gostei muito!

Sara disse...

peço-te desculpa mocho, mas vou ser muito directa. Acho quer só devemos comentar alguma coisa, possuindo um mínimo de conhecimento sobre o assunto em questão! Perceberás alguma coisa de literatura? Já nem falo de arte... Jim Morrison foi um gde poeta acima de tudo.
As coisas belas foram feitas essencialmente para serem admiradas e nao explicadas. Compreender é destruir...

"Toda a arte é perfeitamente inútil" (Oscar Wilde)